Na verdade, ninguem da a minima para o povo.
Precisamos ter muito cuidado ao escolher nosso candidato nas proximas eleicoes. Tem gente aih nessa lista se preparando.
Muitos voltam e continuam a fazer bonito, porem outros voltam e..... veja o resultado.
Lembram daquela lista de deputados que votaram contra os direitos dos funcionarios publicos quando das reformas previdenciária e adminitrativa ocorridas no periodo FHC na decada de 90? Pois eh. Constava tambem dessa lista, entre outros, o nome de uma dessas pessoas que tambem votou hoje a favor da CPMF, ou seja, contra o povo que ainda tem uma continha bancaria (todos nos).
Os Fernandos nos chamaram de Marajas, fantasmas e vagabundos (desde esse tempo, nao param de aumentar a idade para o servidor se aposentar). Estah claro que alguma coisa tinha que ser modificada mas, por que sacrificar tanto o funcionalismo publico do Poder Executivo, que eh o que tem o salario mais vergonhosamente congelado dos 3 poderes? Isso nossos eleitos nao reconhecem.
Desde a gestao dos Fernandos, quando acontecia uma correcao salarial mais decente para determinadas categorias (fiscais, policiais), outras nao eram incluidas, tais como: o assistente social, o bibliotecario, o economista, etc. Essa humilhação e desrespeito vergonhoso comecou com o Collor (cuidado, ele tambem voltou). E, o que eh pior de tudo isso, a educacao, a segurança, a saúde, não melhoraram em quase nada.
Mas, nao podemos deixar de reconhecer que o atual presidente investiu mais no povo e em concursos públicos que os fernandinhos, so que ajeitar toda a bagunça deixada não estah sendo fácil, principalmente quando se tem uma corja por perto atrapalhando.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Quem votou sim e quem votou não pela prorrogação da CPMF
Evandro Milhomen AP Sim
Sebastião Bala Rocha AP Sim
Fátima Pelaes AP Sim
Jurandil Juarez AP Sim
Lucenira Pimentel AP Sim
Dalva Figueiredo AP Sim
Davi Alcolumbre AP Não
Observe bem que o resultado reflete tb a orientacao do partido de cada deputado.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ ult96u330125.shtml
Sebastião Bala Rocha AP Sim
Fátima Pelaes AP Sim
Jurandil Juarez AP Sim
Lucenira Pimentel AP Sim
Dalva Figueiredo AP Sim
Davi Alcolumbre AP Não
Observe bem que o resultado reflete tb a orientacao do partido de cada deputado.
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ ult96u330125.shtml
Ateh quando vao continuar a morder nosso bolso?
Onde esta aquele ex-ministro da saude do FHC que teve essa estuprante ideia. So espero q ele esteja "dando" muita grana p a CPMF.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Fotos antigas
Minha mana Vanda, uma amiguinha Olivia e eu, ja com ar de independencia, rsrsrs. Certamente no centro da cidade, entre as ruas Candido Mendes e a S. Jose. Letra da minha mami.
Em frente ao antigo forum, atual predio da OAB.
Meu pai, Veridiano Souza, meus irmaos Augusto (o mais velho), Armando, Vanda e eu.
Minha mana Vanda com medo do leao,
rsrsrs

A familia quase completa.
.
Em frente ao antigo forum, atual predio da OAB.
Meu pai, Veridiano Souza, meus irmaos Augusto (o mais velho), Armando, Vanda e eu.
Minha mana Vanda com medo do leao,
rsrsrs
A familia quase completa.
.
Eu e o feriado de 07 de setembro.
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
A foto do acai na fazenda.
Desculpem. Não quero despertar apetite nem saudades. É apenas uma prova do resultado da conservação da natureza. Foto: Veneide Gente! Faz tempo q n escrevo. Desculpem os q me leem.
Estou muito envolvida c a ruralidade na beira do rio. Ja estou me sentido quase um bichinho, rsrs.
Estou muito envolvida c a ruralidade na beira do rio. Ja estou me sentido quase um bichinho, rsrs.
Sabem essa foto do acai? Ela provoca saudades na minha querida prima q mora na Italia.
Vcs poderiam me ajudar a decidir sobre a retirada ou nao da foto desse blog? Eh q acho essa foto tao gostosa! rsrs.
Deem uma opiniao, please.
beijos
Veneide
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Ao encontro do selvagem.
Bom dia , meus queridos amigos!
As palavras de vcs no meu blog são como uma brisa fresca que sopra no deserto.
Adoro vcs!
Claudinha, vc é única. Não se preocupe que ninguém copia ninguém quando se trata de sentimentos.
Agradeço pelas palavras de incentivo de todos.
Vou me ausentar uns dias (se bem que não tenho frequentado muito os blogs, nem meu próprio).
Motivos vários.
Agora estarei na fazenda, sem internet infelizmente (ou felizmente?) Completamente selvagem no meio da Amazônia, rsrs.
Até breve
beijos em todos
Veneide
As palavras de vcs no meu blog são como uma brisa fresca que sopra no deserto.
Adoro vcs!
Claudinha, vc é única. Não se preocupe que ninguém copia ninguém quando se trata de sentimentos.
Agradeço pelas palavras de incentivo de todos.
Vou me ausentar uns dias (se bem que não tenho frequentado muito os blogs, nem meu próprio).
Motivos vários.
Agora estarei na fazenda, sem internet infelizmente (ou felizmente?) Completamente selvagem no meio da Amazônia, rsrs.
Até breve
beijos em todos
Veneide
domingo, 15 de julho de 2007
Sejam bem-vindos o canto do sabiá e as fezes do bem-te-vi!
Minha terra tem palmeiras
onde cantam o bem-te-vi e o sabiá.
E, entre essas palmeiras
tem o açaí, o buriti e o mucajá.
Mas é no açaizeiro do vizinho
que vem cantar o sabiá
e na grade da minha janela
que ele vem pousar.
O danado do bem-te-vi se empanturra
no açaizeiro do vizinho, no meu pé de abiu e na sapotilheira.
Depois, canta como um desesperado.
Os vizinhos gritam: “Xô bem-te-vi,
não vem agourar as meninas daqui"
(quando o bem-te-vi canta muito perto da casa de alguma mocinha,
significa que vem bebê a caminho).
No jardim do meu amado, país longínquo e frio,
tem groselhas, peras e ameixas mil.
O sol apenas se mostra, o vento é traiçoeiro,
lá pelos meses de novembro a fevereiro.
Assim, preferindo o sol e o açaí,
vou ficando por aqui. Deus quer.
Meu bem está vindo, chegando devagar,
pensando em mim, no açaí, no navegar,
nas palmeiras da nossa terra.
O bem-te-vi não incomoda:
não posso mais engravidar. Ahahah!
Porém, o canto insistente do sabiá
não deixa ninguém dormir!
Já o bem-te-vi, adora soltar umas manchas de açaí
sobre o carro e a roupa no quintal.
Amo minha terra cheia de palmeiras.
Choro por minha terra desrespeitada
e sua natureza violentada.
Oro a Deus para livrar meu país dos corruptos
e fazer as pessoas compreenderem,
que aquele que compra seu voto
compra sua alma para espezinhá-la.
Sejam bem-vindos o canto do sabiá e as fezes do bem-te-vi!
Veneide 15.07.2007
onde cantam o bem-te-vi e o sabiá.
E, entre essas palmeiras
tem o açaí, o buriti e o mucajá.
Mas é no açaizeiro do vizinho
que vem cantar o sabiá
e na grade da minha janela
que ele vem pousar.
O danado do bem-te-vi se empanturra
no açaizeiro do vizinho, no meu pé de abiu e na sapotilheira.
Depois, canta como um desesperado.
Os vizinhos gritam: “Xô bem-te-vi,
não vem agourar as meninas daqui"
(quando o bem-te-vi canta muito perto da casa de alguma mocinha,
significa que vem bebê a caminho).
No jardim do meu amado, país longínquo e frio,
tem groselhas, peras e ameixas mil.
O sol apenas se mostra, o vento é traiçoeiro,
lá pelos meses de novembro a fevereiro.
Assim, preferindo o sol e o açaí,
vou ficando por aqui. Deus quer.
Meu bem está vindo, chegando devagar,
pensando em mim, no açaí, no navegar,
nas palmeiras da nossa terra.
O bem-te-vi não incomoda:
não posso mais engravidar. Ahahah!
Porém, o canto insistente do sabiá
não deixa ninguém dormir!
Já o bem-te-vi, adora soltar umas manchas de açaí
sobre o carro e a roupa no quintal.
Amo minha terra cheia de palmeiras.
Choro por minha terra desrespeitada
e sua natureza violentada.
Oro a Deus para livrar meu país dos corruptos
e fazer as pessoas compreenderem,
que aquele que compra seu voto
compra sua alma para espezinhá-la.
Sejam bem-vindos o canto do sabiá e as fezes do bem-te-vi!
Veneide 15.07.2007
terça-feira, 26 de junho de 2007
Reparando atos.
Na vida, fazemos e refazemos coisas. Reparamos ou mandamos reparar objetos. Reparamos até mesmo os atos quando temos oportunidade para tal. Atos que praticamos ou que deixamos de praticar.
Penso que reparar esses últimos atos é difícil quando se tratam de atos que tenham lesado alguém ou você mesmo. Chamo esses atos de atos concretizados ou não (atos omissivos) e não vou me referir aqui a eles pois, geralmente, suas conseqüências foram danosas para quem os sofreu e aí caberá à seara do direito fazer “repará-los”. Mas não é o meu caso.
Aqui, quero me referir àqueles atos que parecem banais tal a sua semelhança com a simplicidade mas que, também, deixam no ar alguma coisa de suspenso, algo que ficou na expectativa, algo a fazer, a concretizar com um simples gesto de amor, de amizade, de companheirismo ou de consideração, tais quais:
1-uma foto tirada de um amigo no seu casamento ou aniversário há anos e que você adiou a entrega e, toda vez que arruma suas gavetas ou que arruma em cima de uma mesa, você encontra essa foto e exclama: “Caramba, ainda não entreguei essa foto. Hoje eu vou entregar”! E, como você fez tanta coisa esse dia, quando você arruma novamente suas gavetas ou suas mesas dias ou meses depois, você encontra novamente a bendita foto. E torna a exclamar o “Caramba...”;
2- aquela promessa não cumprida em resposta àquele convite “aparece lá em casa pra gente conversar”. E você não aparece. E nem a outra pessoa também aparece. Quando você encontra esse amigo meses, anos depois, ambos embranquecendo os cabelos, os olhos já perdendo o brilho da juventude, você diz “Oh amigo, quanto tempo!” E, em questão de minutos, procuram colocar os papos em dias, mas é sempre correndo e aí então, quando se despedem tornam a dizer um para o outro “Aparece lá em casa”, “Sim, vou aparecer”. Até que um dia são seus filhos ou de seus amigos, as crianças que, já crescidas, cruzam com você na rua, no trabalho, no comércio ou na academia de ginástica, e você diz “Você não é filho do fulano (ou da fulana)? Nossa! Como você cresceu! Conheci pelo sorriso que é parecido com o de sua mãe. Como vai ela? Diga que a fulana manda lembranças”!
Hoje, ao procurar algo em cima da minha mesa de cabeceira, achei duas fotos tiradas com amigos no dia de meu casamento, há quase dois anos. Fotos que revelei para entregar. Já entraram e saíram do envelope, da bolsa. Acabei de colocar dentro da minha agenda (estou torcendo para que minhas amigas estejam onde penso que estão nesse momento). Vou entregar. É hoje o dia de reparar esse ato e cumprir essa promessa.
Ou provocamos as situações para encontrar os amigos, ou mais tarde não conheceremos mais seus filhos e aí sim, nos sentiremos envelhecendo. Que tal um simples almoço ou jantar? Mas... compareça, né!
Por isso, quero parabenizar aqui meu irmão Armando e o amigo José Maria que, filhos já crescidos, não deixam de se encontrar os fins de tarde para tomar aquela gelada e colocar os papos em dias pegando aquele ventinho da frente da cidade (de vez em quando eu passo lá também). Esses anos todos, desde que se conheceram no colégio o Armando e o Zema têm conseguido ir além de “passa lá em casa para conversar”...
Penso que reparar esses últimos atos é difícil quando se tratam de atos que tenham lesado alguém ou você mesmo. Chamo esses atos de atos concretizados ou não (atos omissivos) e não vou me referir aqui a eles pois, geralmente, suas conseqüências foram danosas para quem os sofreu e aí caberá à seara do direito fazer “repará-los”. Mas não é o meu caso.
Aqui, quero me referir àqueles atos que parecem banais tal a sua semelhança com a simplicidade mas que, também, deixam no ar alguma coisa de suspenso, algo que ficou na expectativa, algo a fazer, a concretizar com um simples gesto de amor, de amizade, de companheirismo ou de consideração, tais quais:
1-uma foto tirada de um amigo no seu casamento ou aniversário há anos e que você adiou a entrega e, toda vez que arruma suas gavetas ou que arruma em cima de uma mesa, você encontra essa foto e exclama: “Caramba, ainda não entreguei essa foto. Hoje eu vou entregar”! E, como você fez tanta coisa esse dia, quando você arruma novamente suas gavetas ou suas mesas dias ou meses depois, você encontra novamente a bendita foto. E torna a exclamar o “Caramba...”;
2- aquela promessa não cumprida em resposta àquele convite “aparece lá em casa pra gente conversar”. E você não aparece. E nem a outra pessoa também aparece. Quando você encontra esse amigo meses, anos depois, ambos embranquecendo os cabelos, os olhos já perdendo o brilho da juventude, você diz “Oh amigo, quanto tempo!” E, em questão de minutos, procuram colocar os papos em dias, mas é sempre correndo e aí então, quando se despedem tornam a dizer um para o outro “Aparece lá em casa”, “Sim, vou aparecer”. Até que um dia são seus filhos ou de seus amigos, as crianças que, já crescidas, cruzam com você na rua, no trabalho, no comércio ou na academia de ginástica, e você diz “Você não é filho do fulano (ou da fulana)? Nossa! Como você cresceu! Conheci pelo sorriso que é parecido com o de sua mãe. Como vai ela? Diga que a fulana manda lembranças”!
Hoje, ao procurar algo em cima da minha mesa de cabeceira, achei duas fotos tiradas com amigos no dia de meu casamento, há quase dois anos. Fotos que revelei para entregar. Já entraram e saíram do envelope, da bolsa. Acabei de colocar dentro da minha agenda (estou torcendo para que minhas amigas estejam onde penso que estão nesse momento). Vou entregar. É hoje o dia de reparar esse ato e cumprir essa promessa.
Ou provocamos as situações para encontrar os amigos, ou mais tarde não conheceremos mais seus filhos e aí sim, nos sentiremos envelhecendo. Que tal um simples almoço ou jantar? Mas... compareça, né!
Por isso, quero parabenizar aqui meu irmão Armando e o amigo José Maria que, filhos já crescidos, não deixam de se encontrar os fins de tarde para tomar aquela gelada e colocar os papos em dias pegando aquele ventinho da frente da cidade (de vez em quando eu passo lá também). Esses anos todos, desde que se conheceram no colégio o Armando e o Zema têm conseguido ir além de “passa lá em casa para conversar”...
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Comi lulas!
Hoje de manhã falei a minha diarista: “Vamos comer lula.”
Ela respondeu assustada: “Cê tá loca. Comer o presidente”. Respondi:”Loca tá tu. Onde já se viu comer o presidente. Essas lulas são da água. Do mar. Entendeu sua moquinha?
Com todo o respeito, bem que eu queria dar umas dentadas nele, por causa do meu salário que ele continua mordendo, como fez o FHC. Bem que ele merecia.... Bom, deixa pra lá”.
Cortei e lavei as lulas bem lavadas. Temperei bacana com sal, limão, etc. Coloquei uns camarõezinhos na panela.. Depois, refoguei com um tiquinho de azeite, cebola, alho e cozinhei até amolecer. À parte, refoguei também com azeite e shoio pedaços de pimentão, cebola e tomate. Misturei as lulinhas, dei outra refogada e...fomos à mesa comer lulas.
Tudo isso sem contar que, ao passar com as lulas no caixa do supermercado, a vendedora falou para a empacotadora: “Nunca comi lula”. Para o que a empacotadora respondeu: “Nem eu. Só o presidente”. Aí eu olhei para ela e disse:”Mas, acho que essa lula você também não comeu, não é?” Ela não entendeu e me olhou sem expressão com cara de “sei lá, entende”. Aí compreendi que a empacotadora deve ter entendido a vendedora dizer que nunca havia visto lula...do mar. Rsrsrs.
Ela respondeu assustada: “Cê tá loca. Comer o presidente”. Respondi:”Loca tá tu. Onde já se viu comer o presidente. Essas lulas são da água. Do mar. Entendeu sua moquinha?
Com todo o respeito, bem que eu queria dar umas dentadas nele, por causa do meu salário que ele continua mordendo, como fez o FHC. Bem que ele merecia.... Bom, deixa pra lá”.
Cortei e lavei as lulas bem lavadas. Temperei bacana com sal, limão, etc. Coloquei uns camarõezinhos na panela.. Depois, refoguei com um tiquinho de azeite, cebola, alho e cozinhei até amolecer. À parte, refoguei também com azeite e shoio pedaços de pimentão, cebola e tomate. Misturei as lulinhas, dei outra refogada e...fomos à mesa comer lulas.
Tudo isso sem contar que, ao passar com as lulas no caixa do supermercado, a vendedora falou para a empacotadora: “Nunca comi lula”. Para o que a empacotadora respondeu: “Nem eu. Só o presidente”. Aí eu olhei para ela e disse:”Mas, acho que essa lula você também não comeu, não é?” Ela não entendeu e me olhou sem expressão com cara de “sei lá, entende”. Aí compreendi que a empacotadora deve ter entendido a vendedora dizer que nunca havia visto lula...do mar. Rsrsrs.
domingo, 24 de junho de 2007
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Uma coisa que adoro.
No inverno, fica tudo assim. Foto:D.B.
Os lagos
Pegamos nossos remos e varejões e saímos com muito cuidado para não triscar nos jacarés e sucuris. Foto: Veneide


