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sábado, 14 de novembro de 2009

Umas e outras do dia 12 para cá.

Gado vacinado. Bezerros brincados e ferrados. Muito peixe.
Fotos recentíssimas. Por onde andei, na estrada e no rio, encontrei tudo isso. Eu ficaria muito alegre se voce deixasse suas impressões sobre as fotos.

Passando pelo Curiaú às 6:30 da manhã não consegui resistir a uma paradinha para fazer umas fotos.


Trecho da estrada entre S. Joaquim do Pacui e Cutias, onde o inverno promete.


Nascer do sol com muita fumaça no Rio Araguari, ao lado de nosso cantinho rural.

Que belo fogo para ferrar os bezerros maiores! Fazendo a marca da fazenda na orelha do bezerro.
Por trás da casa temos florestas, lagos e animais.
Pela frente, temos o rio e muito peixe.

Seu Antonio zurucando o mururé para o peixe "correr" para a malhadeira. Voce sabe o que é “zurucar”? Não, não é uma palavra italiana nem alemã. E uma palavra que, na língua dos ribeirinhos daqui da região significa bater na água para o peixe correr para a malhadeira, ou seja, “desentocar o peixe” quando a pesca está fraca. E não é que o peixe aparece mesmo?


Sem esquecer de certos visitantes que assustam. Essa cobra caninana é uma surradeira muito ligeira. Ela é capaz de comer as cobras peçonhentas de tão rápida que é.
O nascer do sol, hoje, visto do barco.

Entre Cutias e Gurupora.

Gurupora e Corre Agua.




quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Criatividade popular.


O povo brasileiro é muito criativo e o amapaense não deixa por menos. Aqui, em especial, vemos a criatividade de um ribeirinho do Rio Araguari, o rio da Pororoca.

No penúltimo fim de semana, após passar dois dias entre os meus bichinhos lá no mato, decidi desembarcar uma noite em Cutias do Araguari para assistir a um comício do meu candidato a prefeito. Não voto lá mas faço parte desse local, assim como outros criadores que lá se encontravam nessa sexta-feira desejosos de termos um prefeito atuante que contribua para transformar para melhor aquele município e a vida daquelas pessoas.
Não resisti e fiz trabalhar a minha maquininha fotográfica. Não preciso nem dizer o quanto o rapaz ficou todo prosa quando pedi para posar para mim.
Cutias já não é apenas um local de trânsito para mim e tantas outras pessoas que têm casa na beira do rio. Além de guardarmos nossos carros para pegar o transporte fluvial, lá fazemos nossas compras quando termina o rancho que levamos de Macapá. Ou compramos combustível, material de construção, etc, contribuindo para a economia local. Como sou muito comunicativa, já fiz algumas amizades por lá.
No próximo post vou contar algumas de minhas peripécias em Cutias.
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Uma coisa que adoro.

Uma coisa que adoro.
No inverno, fica tudo assim. Foto:D.B.

Os lagos

Os lagos
Pegamos nossos remos e varejões e saímos com muito cuidado para não triscar nos jacarés e sucuris. Foto: Veneide