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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Por conta do fim de semana...

Ao contrário de ontem, hoje está fazendo um tempo maravilhoso!
Tenho um monte de fotos para postar, com alguns comentários. Mas como preciso reduzir para o blog demora um pouco. E, agora, vou ter que dar uma saidinha.

Ontem à noite, voltando da cidade de Arras, a alguns kms de casa, eu vinha dirigindo com o marido ao lado e ele perdia a paciência toda hora (imagine o estresse)! Ao passarmos por um cruzamento de várias vias demos de cara com uma blitz. O policial me fez parar, e, pensando que ele fosse pedir minha carteira, fui logo pegando a bolsa. Mas não: ele me apresentou aquele aparelho de medir a quantidade de álcool ingerida, o etilômetro (será que tenho cara de pinguça?)
O papo foi o seguinte:
-Bonjour madame, blablabla...(sem acento mesmo porque blablabla em francês não tem acento).
-Bonjour monsieur, oui, d'accord (eu só tinha é que estar de acordo mesmo pois aqui, vc não pode se negar a esse controle).
Olhei o aparelho que estava limpo e soprei timidamente.
-Ah madame, il faut souffler plus fort (A senhora tem que soprar mais forte). O meu marido nessa hora esqueceu o estresse e começava a conter o riso.
E eu, toda desconfiada: ihihih, d'accord monsieur.
Depois que soprei, o policial olhando o aparelho me disse: "Zero".
Quase eu falei: Eu ja sabia. Mas me contive.
Assim que voltamos a circular, o marido caiu na gargalhada. Foi a primeira vez que me pararam e foi logo para isso! Ainda bem que eu só havia tomado uma laranjada. O marido é que havia tomado a cerveja. Mas so uma, rsrs. Geralmente, ele dirige o carro.


Paris tem as Vélibs. Amiens tem as Vélams estacionadas bem em frente ao Museu de Belas Artes e da Biblioteca Pública.


Afrescos à entrada do Museu, do pintor francês Puvis de Chavannes (1824-1898): O Trabalho...

...O Repouso


Depois de uma reformazinha coletiva no jardim e no quintal da casa.




domingo, 23 de setembro de 2007

Museu no norte da França.

Aqui, ano de 1895. Porém, no inicio da década de 60, do sec. XX, quem estudou no Grupo Escolar Barão do Rio Branco, em Macapá, sentou em carteiras assim. Fatos e coisas da vida de outras pessoas que se repetem em nossas vidas, ou se mantém.
E nós. Sera que deixaremos vestigios para nossos bisnetos conhecerem a maneira de viver atual? O amolador de facas e tesouras. Esse meu marido é muito presepeiro!
Engenhocas de lavar roupa suja. Precursoras de nossas atuais máquinas infernais que fazem tudo.

Agora, para fechar o pacote: uma boquinha com um prato francês bastante substancial. Sem entradas. Ou você não termina o prato principal. Para acompanhar, uma boa cerveja do norte francês que é uma região que fabrica todas. Nada de vinho hoje, mademoiselle. Merci beaucoup. Une blonde et une brune, svp.

Uma coisa que adoro.

Uma coisa que adoro.
No inverno, fica tudo assim. Foto:D.B.

Os lagos

Os lagos
Pegamos nossos remos e varejões e saímos com muito cuidado para não triscar nos jacarés e sucuris. Foto: Veneide