terça-feira, 4 de março de 2008

O belo e o engraçado. Tudo é arte.

Castelo de Schönbrunn, Wagenburg, carruagem imperial austríaca (construída pelos idos de 1763). Faz parte das coleções do Museu Kunsthistorisches, Austria.

É de cair o queixo!

Esculturas de Franz Xavier Messerschmidt, localizadas no sala dos Grotescos, no Belvedere Inferior (jardins, etc) do Palácio Schwarzenberg.

Sorria!

Sissi, a Imperatriz

Retrato de Elizabeth, por Franz Winterhalter (1865), no Hofburg, Viena.

Elizabeth era linda e foi soberana austríaca. Casou-se com o primo Francisco José, (Imperador da Áustria por 68 anos, de 1848 à 1916) que, desde que a vira, apaixonara-se perdidamente.
Sissi, como é conhecida, aos 30 anos de idade não permitiu mais que a retratassem. Sua vaidade não deixava mostrar as rugas que começavam a se instalar em seu belo rosto. Sua criada dedicava horas a pentear sua longa e linda cabeleira. Chegava a comer quase nada para manter a silhueta e, quando vemos alguns de seus vestidos expostos no palácio imperial (o Hofburg), podemos ver o quanto sua cintura era fininha. Ela era linda, mas não ria muito: seus dentes não eram bons, o que a fazia sofrer com o tratamento paliativo da época. Depois de uma existência cheia de luto e de dores (perdera sua filha mais velha aos dois anos de idade e seu único filho homem, Rodolfo, se suicidara), seu fim também fora trágico. Em uma época de muitas mudanças de regime de governo, declínio da dinastia dos Habsburgos, Sissi viajava muito pela Europa e, em uma de suas viagens, em Genebra, foi apunhalada por um anarquista, não resistindo aos ferimentos. Que Deus dê paz à essa linda e batalhadora mulher.


sábado, 1 de março de 2008

Março, mês do aniversário de minha mãe

Tenho tanta saudade, tanta,
que extrapola a barreira do coração,
em explosão.
Sinto tanta falta, tanta,
que ultrapassa o limite da emoção.

Abaixo, meus pais no centro e eu, atrás de minha mãe com irmãos e primos. Anos 70. Da esquerda para a direita: papai, dr. Ernani Selvati, sua esposa Clementina, prima Violeta, minha mãe e prima Verônica.





Eu, uma futura múmia ??

Foto: álbum UOL



Esta semana, uma equipe de arqueólogos peruanos e alemães descobriu uma praça circular no complexo arqueológico de Sechín Bajo, cidade peruana de 5.500 anos, a mais antiga do Peru.
As civilizações antigas deixaram muitas obras que o trabalho incansável de especialistas vem trazendo à luz da civilização moderna.
E nós, será que deixaremos alguma coisa para ser encontrada no futuro? Não sei, não. A destruição do meio-ambiente pelo homem deixa muitas dúvidas sobre isso. Mas, se, por acaso, ainda sobrar alguma coisa da atual civilização para o futuro, talvez eu mesma, quem sabe, seja uma futura múmia a ser descoberta e, ao me estudarem, descobrirão o segredo do meu esqueleto e sabe lá mais o quê. Será que do meu cérebro ainda restará alguma coisa? Uma coisa é certa: minha alma estará lá, de olho neles...

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Meu pai, uma figura.

Papai em sua juventude, Mosqueiro, Pa.
Abaixo, à direita, de óculos escuros e colegas de trabalho (segundo de bigode à esquerda é o Sr. "Cabo Velho" ) em frente a antiga garagem do governo, ao lado do terreno onde hoje localiza-se oTeatro das Bacabeiras. Vê-se, ao fundo, antigos prédios que faziam parte do centro administrativo de Macapá, na Av Presidente Vargas. Foram demolidos para dar lugar às lojas Pernambucanas e comércio local, na Praça Veiga Cabral. Seria parte de nossa cidade antiga (infelizmente isso não foi valorizado no processo de construção do centro comercial).

A esquerda, campeão de tiro ao alvo, com várias medalhas nas categorias revólver e espingarda. Anualmente, papai participava de campeonato nessa modalidade no quartel do Exército, no dia do soldado.

Papai à direita, Sr. Leônidas Platon à esquerda e, no centro, meu desconhecido.







Papai (de camisa branca) com amigos. Ao lado, meu pai, seu irmão Bernardino em pé, no Araxá, quando existiam mais árvores, antes da construção da praça atual.







O mês de fevereiro está chegando ao fim. Parece que foi ontem que o ano começou! A rapidez com que trabalha o relógio do tempo é assustadora! Passamos como um raio pela juventude e, ao relembrar, temos a impressão que não foram anos que vivemos, mas momentos, momentos rápidos, fugazes... É que a memória é mais rápida que a vida, que os fatos vividos, que o amor amado e amante, que o sofrimento sofrido, que as lágrimas choradas pela perda. Felizmente não é mais rápida que as lembranças dos bons e eternos momentos de felicidades, de alegria. Esses estão sempre presentes. E é desses momentos que temos saudades. Saudades, sim. Porque gostaríamos que se repetissem. Mas aí, já seria querer muito da vida, não é?
O mês de fevereiro traz muitas lembranças para mim: Dia 13, nascimento de meu pai, no ano de 1921. Dia 21, falecimento de sua amada, minha mãe.
Meu pai foi embora primeiro. Há quase 10 anos. (Tudo isso já? Tão rápido assim?)
Papai Veridiano Souza, nasceu em Capanema, no Pará e, esse ano faria 87 anos se Deus não o tivesse chamado tão bruscamente no último dia de junho de 1998. (Ele teria sido meu paraninfo no fim desse mesmo ano, na colação do curso de Direito da UNIFAP. Mas, não esperou ...). Formatura com lágrimas de tristeza.
Papai veio para o Amapá, como muitos pais de família, na época do 1° Governador, Janary Gentil Nunes. Papai, num determinado período de sua vida funcional, transportava as mães grávidas para o exame pré-natal periódico no posto de puericultura situado ao lado da residência governamental, na Rua Cândido Mendes e, foi nessa mesma rua que papai construiu nossa primeira casa. E foi nessa casa que mais tarde eu nasci.
Muitos cidadãos que hoje estão na faixa dos 60/50 anos foram transportados por meu pai, em “carro do governo”, no ventre de suas mães, que eram consultadas pelo médico que observava se tudo corria bem com a gravidez! Com certeza, meu pai fazia esse transporte com todo zelo, pois ele sempre foi muito correto no que fazia. Pois é, havia esse tipo de serviço antigamente. Mas a população era pequena, há de se admitir.
Mais tarde, além do serviço público, papai dedicou-se a explorar o ramo dos transportes de carga. Foi assim que ele criou seus 7 filhos e ajudou a criar alguns sobrinhos, sempre auxiliando quem precisava de trabalho e treinando jovens que acabavam sendo seus empregados no futuro. Foi pioneiro no serviço de Munck nesse Estado, sempre tratando com bom humor e cortesia os clientes. Existe um pouco dele em cada grande obra levantada nesse Estado, como as torres das estações elétricas da Eletronorte, estruturas de estações da Caesa, as estruturas do Sambódromo, do Estádio Zerão, e inúmeras outras obras.
Quem não conhecia o Sr. Veridiano Souza? Ele era muito conhecido. Só para dar um exemplo: quando eu e minhas irmãs estudávamos em Belém nos anos 70 (aqui ainda não havia o 3º Grau. Eu cursava Biblioteconomia, a Vanda fazia Nutrição e, a Vitória, mais tarde, Administração), nós chegávamos de férias e pegávamos táxi no aeroporto. Bastava dizermos ao motorista para nos deixar na “casa do seu Veridiano” e ele ia direto para nossa casa. Até hoje, a imagem de nossos pais esperando-nos no pátio de nossa casa ... E Macapá já estava com uma população significativa.

Pergunta-se por que escrevo sobre isso? Minha resposta é: Você já viu alguma rua, avenida ou praça com o nome de meu pai nessa cidade que ele ajudou a construir, desde que aqui chegou, em 1946, ou você já ouviu alguma notícia de homenagem, medalha de honra ao mérito ou um diploma de cidadão amapaense a esse cidadão que trabalhou até o último momento de sua vida em prol dessa sociedade que, segundo ele, necessitava dele e que, em consideração a isso, ele nunca se afastava daqui porque se o procurassem ele não estaria aqui para servir?
Você sabe por que nunca lhe prestaram nenhuma homenagem? Nem eu sei.

Mas você sabe qual seria a resposta de meu velho para esse tipo de coisa depois de dar aquele grande sorriso? "Deixa de ser boiota, rapaz. Eu sou o Veridiano, bom de tudo. Bom de tiro, bom de porrada, bom de mulher. E não preciso dessa m..., seu Cornógrafo”. Ahahah. Meu pai era assim mesmo. Na brincadeira, ele chamava de ladrão para uma determinada figura a qual, só fazia rir dizendo: “Eche Veridiano mesmo...”.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Macaco gosta de banana. E rato...?



Nem só de queijo vivem os ratos. Pelo menos é o que a experiência ratônica tem demonstrado por esse mundo afora.
O rato roeu a roupa do rei de França. E roeu também as bananas que pendurei no fio de estender roupa lá de casa, ihihih. Não, não foi na França, foi aqui mesmo em Macapá.
Por isso, aqui está uma sugestão de troféu para catitas. Se duvidarmos, até as uvas que vemos atrás de mim serão roídas pelas malditas.
O fogãozinho aí? É do café pós-almoço do meu chéri. Francês adora um petit café também.







Eleições chegando...muitos pretendentes ao cargo?

Os Leitores de Código de Barras da Positive Technologies, possuem uma alta performance, projetados para operações versáteis, de alta durabilidade, combinados com um desenho confortável e ergonômico.
Faça uso nas eleições!
Você já percebeu que tem muita gente na disputa (o que, aliás, é salutar no processo democrático e oferece ao eleitor uma gama de opções)~. Mas, não deixe de passar o leitor ótico para ficar conhecendo o teor do pensamento da moçada. Esse cargo também oferece o cartão corporativo ao titular e sua equipe?

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Passado recente


Depois de um dia bastante turístico com direito a pic-nic e tudo o mais, nada como um repouso em rede brasileira .



Vá para o paraíso (se sair vivo das estradas).

Esse é apenas um trecho da estrada que leva ao paraíso da pororoca, no Amapá, Estado que investe no turismo carnavalesco mas, deixa em último plano suas estradas e outros serviços essenciais ao cidadão amapaense (e aos que vêm para cá atraídos por uma propaganda enganosa). Cadê o respeito pelo meu direito de contribuinte de me locomover em segurança e confiar minha vida percorrendo essas estradas inseguras nas quais você é obrigado a escolher entre o pior trecho e o menos arriscado? Só mesmo se sujeitando ao horário dos ônibus que, de vez em quando quebram com a buraqueira.

E se a gente colocasse num caminhão com bancos de madeira em estradas como essas por esse Brasil afora, toda essa cambada de sacanas que assaltam os cofres públicos e deixássemos que o rabo deles sentisse o que o nosso sente ao percorrer essas porcarias de estradas?

Em momentos assim, quando olho para o rosto angustiado dos motoristas, sinto o peso da responsabilidade estampado em suas feições e então vejo que eles e os veículos são tão vítimas quanto nós dessa curriola que não investe nas rodovias.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Criatividade do turismo francês: Réplica de mina de carvão no Norte

Você está vendo aqui alguma sombra de falta de investimento no turismo?
Até os túneis (buracos?) de antigas minas de carvão são educativos e trazem divisas para o estado francês. Aqui no Amapá, os buracos só servem para apavorar e não têm nada de turístico.
Vamos torcer (e cobrar) para que a dinheirama repassada pela ministra venha a ser realmente investida no turismo. (E, turismo desenvolvido significa, entre outras coisas, boas estradas). Afinal, estamos em ano político. Ihhhhhhhhhhhhhhhh!

Uma coisa que adoro.

Uma coisa que adoro.
No inverno, fica tudo assim. Foto:D.B.

Os lagos

Os lagos
Pegamos nossos remos e varejões e saímos com muito cuidado para não triscar nos jacarés e sucuris. Foto: Veneide