Recebi lá do Japão da amiga Sumie do Blog escritodesselado.blogspot.com
Obrigada, Sumie!!!! Apesar de eu não merecer, rsrsrs. Sou muito preguiçosa! Eheheh.
Os maridos: Daniel, Gerard, Christophe e Bertrand.
Gerard apagando a vela que encontramos na hora, rsrs. O baba au rum feito pela Monique estava uma delicia e veio a calhar. Ah uma caba nesse bico!
Com Magda, ontem, na casa de Katia e de Bertrand. Quase tudo é mexicano nessa casa.
Com Katia.
El sombrero de Katia!
As pochettes para o presente de Natal: criatividade de Katia que, além de violonista é artesã e muita coisa mais. Eu so faço admirar e suspirarrrrr.
Nos paises do Norte tem cervejarias de montão…olha o tamanho da taça !
Tem Bruges, a Veneza do Norte, na Bélgica (a minha querida sogra mora na Loraine. Ela é otima companheira de viagem. Escapou da 2a guerra e agora topa todas).
Antes de conhecer meu marido, eu sempre vinha de férias à França. Daqui, minha irmã, meu filho e amigas francesas íamos para outros paises. Aproveitamos nossas férias na Europa mas, também, viajamos pelo Brasil. Um dia, conheci meu marido. Parei de viajar ? Nããão ! Ele é pior do que eu, ou melhor, ele é melhor do que eu para organizar viagens. Casamos depois de quatro anos que nos conhecíamos, viajando muito juntos, compartilhando os mesmos gostos. Aposentei-me dois anos depois de casada e, como adquirimos no Amapá uma propriedade rural linda e maravilhosa à beira de um rio cheio de mistérios, com uma floresta infinita nos fundos de nossa casa, onde adoramos nos aventurar decidimos que lá seria nossa moradia durante a maior parte do tempo (e nem me imagino morando aqui definitivamente, longe das minhas bases). Agora é a vez do meu marido se aposentar (rindo, mesmo dando gargalhadas pras paredes) e nossa bagagem já está quase pronta para a viagem. Voltaremos à Europa todos os anos por 3 meses, se Deus quiser, para visitar mãe, irmã/cunhados, na Loraine, filhos, netos, gato e cachorro (se fosse no Brasil seria periquito e papagaio, rsrs). Mesmo com todo esse rombo que a turma da harmonia fez no nosso querido Estado do Amapá, sem falar na violência e na corrupção, nem por isso preferimos a vida do lado de cá. Claro que nem comparamos. Podemos ter os dois lados, o da tranqüilidade e o do suspense. Precisamos confiar em Deus e ser prudentes. Vamos voltar, sim, e vamos viver o presente e o futuro desse Amapá tão sacaneado mas tão querido. Estamos abertos para colaborar, para ajudar a levantar nosso Estado. Não vou virar as costas para meu país e muito menos para meu Estado, para as raizes plantadas por meus pais e por mim. Por isso, como cidadã e amapaense eu exijo : quero meu Amapá de volta das cinzas!
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Sinto uma atração irresistivel pelas fazendas aqui da região. As casas são lindas e construidas de maneiras que você so vê os muros pelo lado de fora. Quando você ultrapassa os portões, você não consegue conter uma exclamação de surpresa: « Ohhhh ! Que beleza » ! Mas esse tipo de arquitetura deve-se ao clima, principalmente . Aqui é uma região onde venta muito e precisa-se proteger tanto os habitantes como os animais do frio. Os estábulos ficam situados dentro da área, ligados ou separados da casa de moradia e, no centro, como a foto mostra, nesse caso aqui, existe uma construção quadrada (fumière) onde se coloca o material orgânico (excremento de animais e palha) usado como fertilizante na agricultura. Essa é a residência e fazenda de amigos, e é a primeira que vejo ainda com a fumière. Outra curiosidade mais constante aqui são os pigeonniers, em português pombais, ( espécie de torre que vemos cheia de janelinhas dedicada a criação de pombos para a alimentação ou o correio). Na primeira guerra mundial bombardearam tudo no Norte da Europa, e, as casas aqui foram todas reconstruidas. Fico imaginando quantas belezas dessas foram destruidas.

A neve não poupou nem a casinha do passarinho !
Os campos vizinhos vistos de uma janela dos fundos da casa.
Adivinhem onde o carro do meu marido passou a noite? O retângulo foi deixado por ele (ops, ja disse).
Fazenda e campos aqui por perto.
Na semana passada, caminhando entre os vilarejos da vizinhança.Decoração natalina do lado de fora da janela e ninguém toca. Faz-me lembrar de um Papai Noel de plástico que pendurei na porta da casa em Macapá há muitos anos e que pularam o muro para afanar meu Papainoelzinho. Ladrões safados ! Perdi a confiança e não coloquei mais nada do lado de fora.
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E ele me pega de surpresa com o leite fervido para o café da manhã na beira do rio...agua passando por baixo. Mel de abelha ainda no litro para passar no pão. Que delicia!
Cemitério com flores 17 dias depois de 2 de novembro. Bem conservadas e no lugar onde foram colocadas. Foto em 19.11.10
Ja está amanhecendo com gelo nos vidros dos carros. A temperatura está baixando cada dia.







