.
Patisseries de Marraqueche (a foto ja diz tudo).
1.Fachada de uma mesquita. 2.Botica marroquina.
Tajine, ou tagine, prato gastronomico arabe. Pode ser tambem o recipiente.
Outra mesquita. E homens com a burca na medina, (cidade velha) centro comercial, mercado de Marraqueche

Vou diminuir o formato de mais fotos e volto logo.
.
As viagens pelas estradas, por mares e por ares, passaros, bufalos, peixes e cachorros, tudo isso povoando meu mundo me deixa pra la de feliz. E essa felicidade se completa quando tenho o marido e o filho por perto. Mas, fico mesmo so alegria quando a familia inteira esta bem, gozando saude e alcançando sucesso. Amanhã é o aniversário do Armando, meu irmão. Onde vai ser Mandubé?








O que é para ser elogiado deve ser elogiado: a equipe da Prefeitura de Macapá tem feito um trabalho de limpeza digno de elogios. Mas, pelo menos, alguém dessa equipe precisa dar atenção à praça em frente ao Trapiche Eliezer Levy às 6 horas da manhã e esperar um pouco para assistir à chegada de certos personagens alados, assíduos frequentadores das lixeiras. Eles se reúnem todos os dias nos restos que os vendedores ambulantes de comidas e bebidas e mais não sei o que deixam nos frágeis sacos no chão e, pasmem: em cima do rebaixamento da calçada reservada por lei aos deficientes. Isso mesmo, em local duplamente protegido e que era para ser o mais limpo do mundo: a orla do mais famoso e cobiçado rio do mundo, o Rio Amazonas. Sem falar que deveríamos cuidar com carinho pois somos a única capital construída às suas margens. Ribeirinhos que somos todos, se não for adotada uma medida urgente para coibir a continuação dessa lixeira a céu aberto em frente à cidade, estaremos ganhando o “troféu da sujeira” numa época em que se realiza um Congresso Internacional de Direito Ambiental aqui nessas mesmas margens. E esse lixo acaba indo, inevitavelmente, para o Rio Amazonas. Lixo que o vento, os urubus e os porcos vão se encarregar de transferir para essas águas tão cobiçadas por todos e tão desprezadas pelo seu próprio povo. Como macapaenses e como cidadãos que primam pela limpeza não devemos aceitar isso.
Ariramba olhando para mim do poste da ponte na frente da casa tambem esperando o peixe no rio.
Desculpe o atraso. É que não saio mais do mato! E lá não tem telefone para acessar a Internet. Você já imaginou a falta de respeito de um certo cidadão, empregado de meu vizinho lá no mato: o patifão é o suspeito nº 1 do sumiço do marco de direção que divide nosso terreno e que fica no meio da floresta. Já registrei a ocorrência na polícia da localidade e fiz logo uma pequena cerca para proteger o local do marco. É assim por aqui com certas pessoas que pensam que não tem lei e cujo patrão acoberta patifarias simplesmente por inércia ou medo de trocar de empregado. Vou sentar praça por lá! No nosso terreno, não derrubamos árvores para fazer pasto. Minha família é contra o abate de árvores. Nós plantamos e conservamos o pasto em áreas anteriormente derrubadas fazendo rotatividade do gado nos piquetes. Temos uma pequena reserva de macacaúba que mantemos sempre limpa e, no inverno, o pasto fica verdinho à sombra das árvores que têm um bom espaçamento e o sol entra sem ressecar a terra. Entre as áreas de mata existem vários lagos que, além de fornecerem muito peixe e até jacarés, propiciam o crescimento de pasto natural quando começam a secar após o período alagado. Possuímos pouco gado bubalino mas temos bichos de todas as espécies vivendo soltos na natureza: araras, tucanos, jaburus, arirambas, garças, gaviões, macacos, pacas, cutias, mucuras, cobras, etc. Semana passada encontramos uma pequena sucuri próximo a um dos lagos. Foi lá nesse paraíso que, pela primeira vez, vi uma garça azul (bicos e pernas) . Também foi lá que matei duas cobras jararacas que entravam na casa. Na frente da casa, no rio, tem arraias e diversas espécies de peixes. Temporariamente aparecem puraquês e pirarucus. No rio inteiro tem botos que ficam se exibindo para a gente e furando as malhadeiras para comer os peixes. Quando queremos comer arraia, jogamos a zagaia e, ôpa: lá vem uma se debatendo pronta para ser preparada para o almoço ou o jantar. E isso, para nós, é o paraíso. Eu, que nunca havia comido arraia, aprendi a preparar relativamente bem essa espécie. A mesma coisa com os testículos dos mamotes que castramos (bezerro grande de um ano mais ou menos que ainda mama). É uma delícia! Você quer lugar melhor para viver? Para conhecer melhor, visite meu slide show nesse blog. Especialmente o álbum "Diversas".