quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

Fantasma de neve

7 horas da manhã. Minha cara metade sai para o trabalho mas, antes, tem que raspar o gelo que se acumulou sobre o para-brisas do carro. Parece que o frio "lembrou" que agora é sua vez. Subo para o escritorio para ler os e-mails dos amigos e os jornais brasileiros.
Puts! O Lula está inventando outra com esse PAC de ultima hora. Mais uma vez o pobre vai pagar o pato, ou entregar a vaquinha para o banquete do barão. Pausa para a indignação...
Olho para fora da janela (a mesma do mirage). Surpresinha: vejo que a grama do jardim está coberta por uma tênue camada de neve. Estava previsto. Estar previsto é uma coisa, ver é outra coisa (é como promessa de politico). Faz tempo que eu não via neve. Por que? Nasci na Amazônia, moro na Amazônia. Estou aqui hoje, no fim da semana estarei de volta para um calor de 33°. Vive la différence!
Amanhã, a esta hora, estaremos no aeroporto de Orly aguardando o vôo para Cayena. Pernoite. Sexta-feira, vôo para o Brasil. Vou rever meu filho e a voluvel Tasmânia (budoguinha sapeca q se joga no chão enqto aguarda uma caricia na pança). Ela quase roeu a casa inteira, até ganhar um palacete no quintal.

Tchau.

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Uma coisa que adoro.

Uma coisa que adoro.
No inverno, fica tudo assim. Foto:D.B.

Os lagos

Os lagos
Pegamos nossos remos e varejões e saímos com muito cuidado para não triscar nos jacarés e sucuris. Foto: Veneide