domingo, 8 de novembro de 2009

Nossos momentos, amor e tomates vermelhos.

Secret Moments II Alfred Gockel
Você veio chegando devagarzinho, aproximando-se, e, sem me virar mas sentindo sua presença, continuei a cortar os belos tomates vermelhos que acabara de lavar para fazer a salada do jantar. Sentindo sua respiração na minha nuca seus dedos penetravam por baixo dos meus cabelos levantando-os num carinho que me deixou loooouca e mais vermelha do que aqueles tomates. No dia seguinte ... você me acordou com o café da manhã quando o sol já entrava pela janela do quarto.


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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Cartão postal de Macapá em frente ao Rio Amazonas?




O que é para ser elogiado deve ser elogiado: a equipe da Prefeitura de Macapá tem feito um trabalho de limpeza digno de elogios. Mas, pelo menos, alguém dessa equipe precisa dar atenção à praça em frente ao Trapiche Eliezer Levy às 6 horas da manhã e esperar um pouco para assistir à chegada de certos personagens alados, assíduos frequentadores das lixeiras. Eles se reúnem todos os dias nos restos que os vendedores ambulantes de comidas e bebidas e mais não sei o que deixam nos frágeis sacos no chão e, pasmem: em cima do rebaixamento da calçada reservada por lei aos deficientes. Isso mesmo, em local duplamente protegido e que era para ser o mais limpo do mundo: a orla do mais famoso e cobiçado rio do mundo, o Rio Amazonas. Sem falar que deveríamos cuidar com carinho pois somos a única capital construída às suas margens. Ribeirinhos que somos todos, se não for adotada uma medida urgente para coibir a continuação dessa lixeira a céu aberto em frente à cidade, estaremos ganhando o “troféu da sujeira” numa época em que se realiza um Congresso Internacional de Direito Ambiental aqui nessas mesmas margens. E esse lixo acaba indo, inevitavelmente, para o Rio Amazonas. Lixo que o vento, os urubus e os porcos vão se encarregar de transferir para essas águas tão cobiçadas por todos e tão desprezadas pelo seu próprio povo. Como macapaenses e como cidadãos que primam pela limpeza não devemos aceitar isso.

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Vida na mata

Borrega, entre as folhagens do genipapeiro ao lado da casa aguardando o peixe.

Ariramba olhando para mim do poste da ponte na frente da casa tambem esperando o peixe no rio.


Curicaca, mariscando no quintal da casa.

Desculpe o atraso. É que não saio mais do mato! E lá não tem telefone para acessar a Internet. Você já imaginou a falta de respeito de um certo cidadão, empregado de meu vizinho lá no mato: o patifão é o suspeito nº 1 do sumiço do marco de direção que divide nosso terreno e que fica no meio da floresta. Já registrei a ocorrência na polícia da localidade e fiz logo uma pequena cerca para proteger o local do marco. É assim por aqui com certas pessoas que pensam que não tem lei e cujo patrão acoberta patifarias simplesmente por inércia ou medo de trocar de empregado. Vou sentar praça por lá! No nosso terreno, não derrubamos árvores para fazer pasto. Minha família é contra o abate de árvores. Nós plantamos e conservamos o pasto em áreas anteriormente derrubadas fazendo rotatividade do gado nos piquetes. Temos uma pequena reserva de macacaúba que mantemos sempre limpa e, no inverno, o pasto fica verdinho à sombra das árvores que têm um bom espaçamento e o sol entra sem ressecar a terra. Entre as áreas de mata existem vários lagos que, além de fornecerem muito peixe e até jacarés, propiciam o crescimento de pasto natural quando começam a secar após o período alagado. Possuímos pouco gado bubalino mas temos bichos de todas as espécies vivendo soltos na natureza: araras, tucanos, jaburus, arirambas, garças, gaviões, macacos, pacas, cutias, mucuras, cobras, etc. Semana passada encontramos uma pequena sucuri próximo a um dos lagos. Foi lá nesse paraíso que, pela primeira vez, vi uma garça azul (bicos e pernas) . Também foi lá que matei duas cobras jararacas que entravam na casa. Na frente da casa, no rio, tem arraias e diversas espécies de peixes. Temporariamente aparecem puraquês e pirarucus. No rio inteiro tem botos que ficam se exibindo para a gente e furando as malhadeiras para comer os peixes. Quando queremos comer arraia, jogamos a zagaia e, ôpa: lá vem uma se debatendo pronta para ser preparada para o almoço ou o jantar. E isso, para nós, é o paraíso. Eu, que nunca havia comido arraia, aprendi a preparar relativamente bem essa espécie. A mesma coisa com os testículos dos mamotes que castramos (bezerro grande de um ano mais ou menos que ainda mama). É uma delícia! Você quer lugar melhor para viver? Para conhecer melhor, visite meu slide show nesse blog. Especialmente o álbum "Diversas".


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domingo, 4 de outubro de 2009

Expatriado ou exilado voluntário, que termo usar? Não importa. Procuremos nos integrar à cultura local.

Olha o selinho aí!
Longe de mim mana(o), pretender te ensinar como agir nesse caso, mas, se minha experiência puder te ajudar, vou me sentir a própria.
Antes de conhecer meu marido eu já havia morado em Lyon, Fr, onde eu fazia um curso de Biblioteconomia. Confesso que, apesar de todas as atividades que o curso propiciava entre as quais, visitas a bibliotecas e universidades célebres, eu quase abandonava tudo pela metade para voltar para casa. E correndo! E estava em Lyon, uma bela cidade. Graças ao apoio de uma amiga francesa, que é uma enciclopédia ambulante, e que me fez ver o lado bom da minha presença na França continuei até o final do curso. Veja bem, se você mora em outro país e você ainda não se integrou você vai acabar atazanando a sua vida e a de seu marido se não fizer um esforço para se integrar. Sei que no primeiro ano, não é fácil. Mas, tenha coragem. Procure fazer coisas interessantes e, principalmente, não fale mal do país e das pessoas que a (o) acolheram. Aprenda a conviver com as diferenças. Faça um curso de culinária, de corte e costura, de marionetes, de pintura, de fotografia, visite museus, vá à óperas, à concertos, etc, etc, etc. Saiba que existe clube para tudo o que você pode imaginar. Inscreva-se de acordo com sua afinidade. Se você estiver morando nesse lindo país que é a França (porque é lindo mesmo) existe clube dos museus, clube das caminhadas, clube da história, etc. Procure até mesmo um clube de amigos de língua portuguesa. Uma reunião por semana estará tri bom, do contrário você corre o risco de ver fundar uma colônia de língua portuguesa e hábitos brasileiros e lá se vai pras cucuias a sua integração onde você reside. Claro que você não vai esquecer sua cultura, nem sua nacionalidade, você vai apenas acrescentar. Atualmente, moro no norte da França. É mais frio que em Lyon. Mas, vou ser sincera: não passo o inverno na Europa. Onde moramos é muito pequeno e frio. Mas é um local de atividades agropecuárias muito bonito e cheio de história. Apesar de viajarmos muito e de meu marido ser muito atencioso, sinto falta de gente, da minha gente. E, além disso, fico só na casa o dia inteiro (não dá para sair todos os dias, né?). Então, fizemos um acordo: na primavera e no verão eu fico na França. No inverno europeu, eu venho para o norte do Brasil tocar as coisas por aqui e meu marido vem em dezembro. Em dezembro de 2010 minha cara metade se aposenta e vamos fixar residência aqui, um pouco na beira do rio e da mata (que adoramos) e um pouco na cidade. Em relação ao relacionamento com a família francesa: é ótimo e tenho muito apoio. Não tenho nada para me queixar, cada um segue sua vida e, lá, ninguém se intromete mesmo, mas, para entender o humor do povo brasileiro não é fácil para eles: ninguém entende nada! Afinal, não estão acostumados com isso. E nossas músicas, só nós mesmos curtimos. No dia a dia, dá pra viver em harmonia e organizar muita coisa juntos.

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sábado, 3 de outubro de 2009

Agora tenho o tradutor! Comente que eu traduzirei também.

Até que enfim acertei. Caramba! Eu criei meu blog e faço tudo sozinha nele, só que eu estava tentando inserir o tradutor por outro "buraco"! Eheheheheh! Agora os asiáticos, europeus, africanos, etc que visitam esse blog poderão comentar, se quiserem. E, principalmente, a minha sogrinha e a cunhadinha querida poderão ler lá na França! Sei que a tradução deixa muito a desejar, mas, manos, desculpem. Talvez precisem de um dicionário. E estou adorando ler meu blog em todos os idiomas! Pai d'egua! Tem tanto idioma estranho! Desculpe se a tradução ofende. Juro que não é a intenção. É o tradutor Google.


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Blogagem coletiva: sobrevivendo ao despatriamento

Venha dar uma forcinha para o(a) nosso(a) despatriado(a) contando sua experiência em terra estranha. Amanhã, 4 de outubro. Compareça!

O selinho da Cissa:
O selinho da Flor também está uma gracinha!

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Lero-lero e uma flor para você!

As vezes ausente. Mas gostaria de registrar aqui um resumo do que aconteceu comigo nos últimos dias, apesar de não ter nada de excepcional (será?):

1- Estou lendo muito sobre tudo. E quando digo sobre tudo é sobre tudo messssmo. Principalmente sobre a situação política e econômica do nosso Estado. Prefiro não fazer comentários. Dá nojo o que a gente vê e ouve! (Deu pra entender, né?) ;
2- Fui à fazenda, ou melhor, fazendola, aplicar remédio nos bubalinos e equinos;
3- Torci o pé esquerdo correndo na praça às margens do Amazonas. Doeu, ai doeu-eu-eu (e meu pé ficou redondinho, redondinho);
4- Voltei à fazendola semana passada pra trocar o empregado que estava fazendo minha casa de colônia de férias pra família dele (irmãos, mãe, etc) (e sabe lá mais o quê) , além de levar gente pra caçar as pacas e tatus que ainda resistem aos exterminadores (desobedecendo as ordens dos patrões e da lei). Os vizinhos queriam levar a polícia lá. Já imaginam o que aconteceria, né! Depois... sou eu a vilã!
Fui na quarta-feira passada e voltei para Macapá no domingo;

5- Você sabia que cobra se assusta? Não? Então grite perto de uma. Eheheh! Vou contar como descobri: na varanda da casa da beira do rio, na fazendola, eu percebi uma cabecinha verde no buraco de um esteio de quariquara. Ela estava me olhando e, quando eu vi isso, dei um grito e saltei de lado. Era uma cobrinha caninana, surradeira. Quando eu tive essa reação, a cobrinha se recolheu subitamente também, se assustando. Depois, eu a vi sair e percebi que ela era bem compridinha. Comecei a querer jogá-la para baixo (a casa é bastante alta e eu sou bastante atentada) e ela me encarou num gesto de defesa. Até que consegui que a cobrinha descesse para a beira do rio.
Sempre aconselho a não matar caninanas desde que fui informada que elas devoram cobras venenosas pois são muito rápidas no bote;
6- Vendi o meu, ou melhor, "nosso" livro. Vendi pra caramba e agradeço a todos os meus amigos pelo incentivo que me deram ao adquiri-lo. Mas preste atenção: ainda tem alguns exemplares na Livraria Transa Amazônica, viu?
7- Estou fazendo fisioterapia no pé torcido mas eu não me "aquieto". Zanzo pra caramba!
Ainda tem mais pra contar. Apesar de não ser trivial, é assunto sem muita importãncia.

Agora, vê bem tu aí meu (ou minha): vamos inventar um (ou uma) "happy hour" com a família. Vamos sair por aí e curtir um pouco o tempo livre. Estou aposentada e "trabalhando" por conta própria, correndo atrás do prejuízo! Vamos comer uns docinhos e salgadinhos bem de leve, porque, agora, tem colesteral que pode subir, tem gordurinha que está mais do que localizada e outros tem... Bom, não pensa nisso e consome bastante semente de linhaça, ômega 3 e outras ômegas e sorria para a vida. E não esquece do suco de beringela com laranja (quer a receita? ajuda a baixar a taxa de colesterol).
Pra resumir, ocupe-se com seu lazer corporal e mental. E ame a sua mulher ou o seu marido, porque, quando você ficar velho e não der mais nada, é que você verá e sentirá que é esse ser maravilhoso que está ao seu lado que vai preparar suas dietas para prolongar sua vida. Beijão no coração!


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sábado, 19 de setembro de 2009

Balaio de Idéias

Eu e meu marido quando recebemos o livro em nossa casa na França.
Comunico aos amigos que a I Coletânea Scriptus, "Balaio de Ideias", da qual faço parte com algumas poesias, encontra-se nas estantes de autores amapaenses da livraria Transa Amazônica. A coletânea de poesias e prosas nasceu da iniciativa do casal de blogueiros Letícia e David de publicar, juntamente com outros blogueiros, algumas de suas criações literárias. Vá lá, confira e adquira!


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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Liçao de vida.

Cerejeira em flor, primavera em Rouen, Normandia (Fr), abril 2009.
Lendo “O Vendedor de sonhos”, de Augusto Cury e...engravidando-me de seus ensinamentos.
Aproveitando a lição de vida do personagem principal e, comparando com a minha realidade, confesso que, eu também, depois de me perder, encontrei-me. E, como eu poderia me encontrar um dia se, antes, não tivesse me perdido numa luta desigual, contra todos os preconceitos de uma época cheia de policiamentos da natureza humana e de padrões impostos pelo sistema? Dei-me essa oportunidade ao reconhecer a minha humanidade e, sobretudo, a minha individualidade, ao aproximar-me de mim, como bem diz o personagem do livro.
Há anos cultivo o pensamento e a força da realização dos sonhos desde que, olhando as estrelas em 1975, reconheci que “os sonhos são o embrião da realidade”.
Mas, só agora “me toquei”: acabei de aprender com “O Vendedor de sonhos” que os sonhos não podem ser apenas desejos. Os sonhos precisam ser projetos de vida. “Sonhos sem projetos produzem pessoas frustradas, servas do sistema” (p.62). “Conquistas sem riscos são sonhos sem méritos. Ninguém é digno dos sonhos se não usar suas derrotas para cultivá-los” (p.63). Aprendi essa coisa importante e assim, me conheço um pouco mais. Porque a vida é uma sucessão de conhecimentos e, se não nos dobrarmos a essa reflexão permanecemos na ignorância. E a ignorância, para quem ama o conhecimento, significa destruição.
Eu tinha também um sonho especial: encontrar um grande amor. E isso eu transformei num projeto. Um “grande amor”... Alguém que me amasse e amasse as mesmas coisas que eu. Senão, eu preferia continuar sozinha. Era realmente um sonho. Tomei essa decisão e nela permaneci sem, no entanto, fazer disso o principal objetivo de minha vida. Com tranquilidade, sem pressa (depois dos 40 anos, você já não precisa se apressar tanto quando já adquiriu todas as estabilidades possíveis e educou o seu ritmo). Mas, não foi fácil, pois tive que ter paciência e não me meter em confusão. Apenas visei essa finalidade: conhecer alguém especial para quem eu também fosse especial. Conheci meu marido e, com ele aprendi mais ainda. Aprendi que realmente você precisa transformar seus sonhos em projetos de vida para que eles se transformem numa realidade duradoura. Ele é um homem tão decidido e disciplinado! Preocupado com a arrumação das idéias, ele busca o conhecimento, as origens, para realizar seus sonhos na música, na pintura, na engenharia, na marcenaria, na alvenaria, na carpintaria... Breve, em tudo que faz. Ele se engravida de suas idéias. E não pára. É pior do que eu. As vezes é preciso eu dizer: basta! Quando não estamos realizando um projeto, estamos viajando para conhecer ou rever alguma coisa que temos em mente. Agora, vou me dirigir a ele: Você tem razão, querido. O tempo é curto para tanta coisa que precisa ser conhecida e feita. Mas vamos devagar, realizando aquilo que está ao nosso alcance, na escala decrescente das prioridades.



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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Interlenta amapaense e poeira dos mentirosos.

Se eu já estava vindo aqui espaçadamente, agora que a minha freqüência vai ficar mais exparsa . Peço mil desculpas aos amigos mas, cansada de ficar horas a fio à frente do computador, paciente e impacientemente, esperando por uma conexão pelo menos decente, sem falar que esse tempo perdido eu deveria estar ocupando com outras atividades, estarei a partir de hoje, me lançando fora da órbita “blogótica”, “orkútica”, etc. Não é possível que, depois de todo esse tempo e o lenga-lenga político de “trazer a banda larga para o Amapá” as pessoas que têm na mão esse “poder” ainda não se empenharam para tal. O mesmo aconteceu com a estrada Macapá-Oiapoque, que ficou decênios só na promessa de ser asfaltada, vendo passar a infância e a juventude de várias gerações (e ainda não foi concluída). O mesmo acontece com a AP 070 que foi asfaltada até Santo Antonio da Pedreira e "esqueceram" de concluir. E já está sem ver asfalto depois de mais de 3 anos. E nem se fale da estrada Macapá-Cutias que, entra ano e sai ano continua o mesmo caos, cheia de buracos, poeira e lama e atoleiros. Político lembra sim das pessoas que vivem nas localidades que ficam às margens dessas rodovias, mas só em época de "promessas", mas também, asfalto acaba onde acabam as aglomerações. Sem falar nas outras e outras estradas e ruas do Amapá. Vige Maria! Falta de vergonha na cara de quem continua elegendo os mesmos de sempre. Venda seu voto, venda. Troque por favores e cargos. Depois não venha reclamar! Coma poeira no verão e lama no "inverno"e seja feliz!


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Uma coisa que adoro.

Uma coisa que adoro.
No inverno, fica tudo assim. Foto:D.B.

Os lagos

Os lagos
Pegamos nossos remos e varejões e saímos com muito cuidado para não triscar nos jacarés e sucuris. Foto: Veneide