sexta-feira, 30 de abril de 2010

Imagens da semana:

Foto extraida do Guia pratico da ADEME
Encombrants :
é tudo que não serve mais e ocupa espaço, mas você ainda conserva em casa. Pra resumir: entulho, bagulho. Pode ser : eletrodomésticos, móveis indesejáveis, banheira, pneu usado, etc, etc.
Aqui, em cada cidade a empresa responsavel pela coleta agenda uma data para recolher esse material que o cidadão deverá deixar na porta de casa. Foi hoje, dia 30, mas desde ontem ja colocamos os inservíveis na frente da casa. Mas, veja bem, o que não serve para um pode servir para outro e, assim é que, antes que a equipe da empresa recolha os objetos, as pessoas passam com seus carros pegando na frente das casas o que o outro não quer mais. Exemplo : meu marido acabou de deixar uma descarga velha na porta de casa. Quando virou as costas um casal que passava devagar desceu do carro e recolheu a descarga. Essa já foi encombrer outro! Rsrsrs
Lixeira de Meurthe-et-Moselle


Turismo :
Gravelines é uma cidade situada na região Nord-Pas de Calais, entre Dunkerque e Calais, no coração da Flandre, Costa d’Opale à beira do mar. Tem aproximadamente 13.000 habitantes. E os impostos são muito bem investidos, hem ! Ficamos surpreendidos com a beleza da cidade e o cuidado a ela dispensado. As cidades do Norte da França foram destruidas durante as grandes guerras. Aqui, quando se começa uma obra de reconstrução ou reforma, se termina logo. Sabe porque? Adivinha ! Porque se respeita a coisa púúública, né? Esse fim de semana era dedicado aos festejos das cidades fortificadas e fomos parar em um acampamento pirata, eheheh !
No Salão do Livro, encontramos a jovem escritora, Elise Merlen, de apenas 17 anos com a qual fiz questão de posar para uma foto. Um exemplo de perseverança dessa amante da literatura que também toca piano. E já fala 5 linguas ! Nem parece com certas sobrinhas que, aos 15 anos, só têm vento na cabeça e a mãe acha normal ! Tudo é questão de contexto e boa vontade, né não ? Ja perguntei pra elas se elas preferem estudar, trabalhar, ter seu carro, casa, etc e tal ou querem ficar na frente do fogão com o bucho grande de tanto parir e os peitos caidos, eheheh ! Meninas, sigam o exemplo.
Fotos: Nos jardins da fortificacão de Vauban estatuas de bronze, de Gadenne; Elise Merlen, autografando seu livro; acampamento pirata; aula de reciclagem de papel; Cisterna militar construida entre 1724 e 1725, sua capacidade era de 1.420.000 litros de água.; No alto do farol de Gravelines; Moinho Lebriez de cereais que funcionou até 1966. (Comparo o grupo de mulheres nuas, de Gadenne, com fofoqueiras no banho, rsrsrs). Dê o zoom para ver melhor.
Trabalho:
E claro que trabalho também, né! Em casa, afinal já aposentei. Quando meu marido chega do trabalho, ficamos até 7 hs da noite podando as árvores da cerca viva. Ontem saiu uma cervejinha no final. Ambos,quebrados e cansados…merecemos, né ! Esses dois últimos dias peguei no pesado: passei a cortadora de grama (e pesa mesmo) nos jardins dos fundos e da frente da casa. Foi um exercício extra de musculação. Subi no muro pra cortar os galhos da árvore do vizinho que caem aqui pra casa. Meu marido diz que não pode. Que tem que falar com o vizinho. Ora , no Brasil pode. Cai pro meu lado, eu tenho que cuidar. O vizinho nem mora aqui, nem aparece e os galhos dele ficam perturbando aqui pra casa. Eu disse que eu posso e fiz, eheheh. E só não subi na árvore porque é alta ! Mas, puts, não ? Adoro fazer serviço de homem. Detesto arrumar, passar e cozinhar todo dia (ainda bem que aqui só cozinho quando não tem mais nada de ontem pra comer, eheheh). Mas eu também não desarrumo, viram ? E meu marido almoça no restaurante do trabalho dele que é ótimo. (qualquer dia eu vou almoçar lá também, eheheh).

9 comentários:

Cristiana Fonseca disse...

Olá querida Veneide,
que lindos lugares, achei interessante também a jovem escirtora, um exemplo mesmo.
Adorei o texto, um verdadeiro diário de bordo, me sinto viajar por este lindo País
Beijos,
Cris

Sumie disse...

Ve(olha a intimidade)Adorei as fotinhas.Aqui também tem essa coleta.Realmente tem gente novinha que tem mais cabeça que um adulto.
Bjs!

Eu, sem clone disse...

Para Sumie:
Mas veja! Eh assim mesmo que meus amigos me chamam: Ve. Fique a vontade. bjs

Zany disse...

Veneide, o meu pai que é super-zé-cacarequeiro iria adorar juntar essas coisas inservíveis. Bjs!1

Eu, sem clone disse...

Para Zani! Ahahahahah! Então ele ia fazer uma farra mesmo era nas brocantes. As pessoas vendem tudo por preco de banana! bjs

João Lázaro disse...

Olá Veneide:
Visite, comente e divulgue meu novo blog PORTA RETRATO http://porta-retrato-ap.blogspot.com/ que contém fotos da Macapá antiga.
grande abraço
João Lázaro

Geraldo Brito (Dado) disse...

A grande problemática do lixo...
Parabéns pelo blog!

Bete disse...

Ola querida.
Sei que ai o Dia das Mães não coincide com o nosso, sorte sua que terá dois domingos especiais para festejar.
Um excelente Dia das Mães pra vc e bejinhos de cá.

Pepê Mattos disse...

Oi, Veneide. Estes dias andei sem internet. Como você sabe (acho que sabe) Macapá não tem banda larga, aí dependemos da linha telefônica, dos modens e de internet via rádio. Li seu comentário em meu blog reclamando que o seu quase não tem comentários. Pelo que pude ver, tem sim, pelo menos mais do que o meu blog, rsrs... São fotos muito reveladoras de um lugar onde a cultura aflora a olhos vistos. Macapá anda meio que perplexa nesta época de indefinições quanto ao que o vindouro pleito eleitoral pode nos trazer. As opções não são nada boas. Com um olho no Mundo (Grécia em efervescência, um vulcão de nome impronunciável a querer acordar a toda hora, eleições no United Kingdom, etc) e outro no Brazil (a toda hora surge notícias de maus tratos a crianças, menina, que nem te conto; luzes (?) no fim do túnel da banda larga, etc) ando meio que ressabiado e procuro alento em Kafka (ainda que me julguem louco por tal empreitada), Dawkins (mais louco ainda) e em certo escriba querendo um lugar ao sol (eu mesmo) para ver se as coisas se encaixam ou simplesmente desista de querer entender o mundo. Desistir não significa querer entregar os pontos, mas sim deixar à deriva o barco e ver se o oceano o deixa para em algum porto seguro. No mais, escrever é viver... Sempre... Abraços...

Uma coisa que adoro.

Uma coisa que adoro.
No inverno, fica tudo assim. Foto:D.B.

Os lagos

Os lagos
Pegamos nossos remos e varejões e saímos com muito cuidado para não triscar nos jacarés e sucuris. Foto: Veneide